Filho de português.
Tem o caminho mais direto, por atribuição de nacionalidade originária, e pode pedir mesmo sem nunca ter morado em Portugal. É juridicamente português desde o nascimento e pode transmitir a nacionalidade aos próprios filhos.
Filhos e netos de portugueses podem pedir a nacionalidade sem morar em Portugal. A lei mudou em 2026 e aumentou o rigor na comprovação do vínculo, então fazer certo desde a montagem dos documentos importa mais do que nunca. Converse com um advogado e entenda o caminho do seu caso, em sigilo.
Análise jurídica da sua linha familiar
Muita gente tem a certidão do avô ou do bisavô guardada e não sabe que ela pode abrir a porta da cidadania europeia. A reforma de 2026 não acabou com o direito de filhos e netos, mas tornou a análise documental mais rigorosa. Um bom advogado começa lendo a sua linha familiar e mostrando, com clareza, qual via se aplica e o que será preciso reunir. A partir daí, a decisão é sua.
O que diz a lei por geração
Tem o caminho mais direto, por atribuição de nacionalidade originária, e pode pedir mesmo sem nunca ter morado em Portugal. É juridicamente português desde o nascimento e pode transmitir a nacionalidade aos próprios filhos.
Também pode pedir morando no Brasil, sem exigência de residência, por atribuição originária. A nova lei manteve esse direito, mas reforçou a comprovação dos laços de efetiva ligação à comunidade nacional. Para brasileiros, isso costuma passar pelo conhecimento da língua portuguesa, e os critérios exatos estão sendo regulamentados.
É o caso que mais exige análise. Para quem está no Brasil, o caminho usual é encadeado: um ascendente vivo, como pai, mãe, avô ou avó, regulariza a própria nacionalidade primeiro, e o bisneto pede em seguida como filho ou neto de português. Há também uma via direta para bisnetos criada pela reforma, mas que exige residência legal em Portugal. Avaliamos qual se aplica à sua família.
A Lei Orgânica n.º 1/2026 está em vigor desde 19 de maio de 2026. Quem protocolou o pedido antes dessa data segue, em regra, pela lei anterior. Para a descendência, o foco da mudança foi mais rigor na prova do vínculo e da ligação efetiva, não o fim do direito.
Como funciona o atendimento
Você conta quem é o seu ascendente português, seja pai, avô ou bisavô, e o que já tem em mãos, em atendimento reservado.
Avaliamos a cadeia de descendência e os documentos, identificamos a via correta e explicamos o que falta reunir em linguagem clara.
Se você decidir seguir, organizamos a documentação e o pedido, e acompanhamos cada etapa até a conclusão do procedimento.
Sobre a DAC
A DAC é um escritório de advocacia internacional com atuação em imigração e nacionalidade portuguesa. Atendemos clientes de mais de 30 países, oferecendo suporte jurídico completo desde a primeira consulta até a entrega do documento final.
A nossa atuação é pautada pela análise cuidadosa de cada caso, comunicação clara e orientação estratégica em processos de autorização de residência, vistos, reagrupamento familiar, nacionalidade portuguesa e procedimentos migratórios perante as autoridades competentes.
Perguntas frequentes
Não. Filhos e netos de portugueses podem pedir a nacionalidade morando no Brasil, sem exigência de residência.
Pode haver caminho. Para quem está no Brasil, normalmente é preciso que um ascendente vivo regularize a nacionalidade primeiro, e então o bisneto pede como filho ou neto. Depende da análise da sua linha familiar.
Não. O direito continua. O que aumentou foi o rigor na comprovação dos documentos e da ligação efetiva à comunidade portuguesa.
Pedidos protocolados antes de 19 de maio de 2026 seguem, em regra, o regime anterior.
Sim. O que você compartilha está protegido pelo sigilo profissional do advogado.